TÍTULO ORIGINAL: The Princess Diarist
AUTOR: Carrie Fisher
GÊNERO: Biografia
EDITORA: Best Seller
ANO DE LANÇAMENTO: 2016
NÚMERO DE PÁGINAS: 222 (físico)
SINOPSE:..."Com seu humor perspicaz e impactante, a autora pondera sobre a alegria e a insanidade do mundo das celebridades, o absurdo de uma infância entre pressões e o glamour de Hollywood, e conta como conseguiu construir sua trajetória independente para se tornar a estrela de uma geração."...
Sobre o romance mantido com Harrison Ford, só imagino como deve ter sido doloroso ter de fingir superar o fato, pois fica claro que ela não superou...bom, afinal estamos falando do Harrison Ford. Mas também imagino como foi libertador poder falar “Ah, o Harrison Ford? Já peguei”. Sabe aquele “boy” que você deu uns pegas, mas na época não podia espalhar porque não pegava bem? Para isso Deus fez a velhice! Aquela doce época da vida em que podemos falar tudo que vem na cabeça e o povo tem de engolir e ficar quietinho. O capitulo poderia começar com “Miga nem te conto...”, mas mesmo não começando assim, você se sente como se Carrie lhe confidenciasse aquela fofoca bafônica e você quer saber todos os detalhes!
Fiquei um pouco chocada com a criação que ela teve, não sei porque mas eu achava que as antigas estrelas de Hollywood eram mais, digamos, sensatas. Filha de Eddie Fisher (Cantor de sucessos como "Thinking of you" e "Oh my pa-pa", na década de 1950) e Debbie Reynolds (atriz de Cantando na Chuva 1952 entre outros) que chegaram a ser considerados o casal queridinho da América, isso até o dia em que o pai se separou para ficar com a amiga da mãe, Elizabeth Taylor. A passagem que mais me chamou a atenção foi uma em que a mãe de Carrie, ao saber que ela aos 15 anos estava “ficando” com um dançarino gay de seu show, chega para a filha e diz: “Se você quiser transar com Albert, eu posso assistir para dar orientações”. Não tem como não ficar ao menos perplexa.
Em Memorias da Princesa, Carrie Fisher demonstra que foi uma
jovem típica, ou seja, com problemas com a família, com estudos, emprego e
claro, com relacionamentos amorosos. Isso tudo enquanto se tornava um ícone do
mundo nerd!
É engraçado ver que uma atriz que povoou, e habita até hoje, nas
fantasias sexuais dos mais nerds, chegou a ser considerada gorda e tinha uma infinita
lista de complexos! O melhor é ver a visão dela, no auge da maturidade, sobre
tudo isso. Ri muito com a perspicácia que ela demonstrava ter sobre esse fato.
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| Carrie Fisher e Harrison Ford |
Sobre o romance mantido com Harrison Ford, só imagino como deve ter sido doloroso ter de fingir superar o fato, pois fica claro que ela não superou...bom, afinal estamos falando do Harrison Ford. Mas também imagino como foi libertador poder falar “Ah, o Harrison Ford? Já peguei”. Sabe aquele “boy” que você deu uns pegas, mas na época não podia espalhar porque não pegava bem? Para isso Deus fez a velhice! Aquela doce época da vida em que podemos falar tudo que vem na cabeça e o povo tem de engolir e ficar quietinho. O capitulo poderia começar com “Miga nem te conto...”, mas mesmo não começando assim, você se sente como se Carrie lhe confidenciasse aquela fofoca bafônica e você quer saber todos os detalhes!
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| Eddie Fisher, Debbie Reynolds e Carrie |
Fiquei um pouco chocada com a criação que ela teve, não sei porque mas eu achava que as antigas estrelas de Hollywood eram mais, digamos, sensatas. Filha de Eddie Fisher (Cantor de sucessos como "Thinking of you" e "Oh my pa-pa", na década de 1950) e Debbie Reynolds (atriz de Cantando na Chuva 1952 entre outros) que chegaram a ser considerados o casal queridinho da América, isso até o dia em que o pai se separou para ficar com a amiga da mãe, Elizabeth Taylor. A passagem que mais me chamou a atenção foi uma em que a mãe de Carrie, ao saber que ela aos 15 anos estava “ficando” com um dançarino gay de seu show, chega para a filha e diz: “Se você quiser transar com Albert, eu posso assistir para dar orientações”. Não tem como não ficar ao menos perplexa.
Carrie, relata também, como é ser mulher em Hollywood. Mesmo
que em nenhum momento ela se incline para o lado do feminismo, fica
subentendido várias situações que poderíamos considerar, no mínimo, abusivas.
Memória da Princesa - Os diários de Carrie Fisher é uma leitura que vale a pena pela descontração, leveza e bom humor com que Carrie relata suas experiências de como ela se tornou a Princesa Léia.
Não tem como não se tornar fã e, mesmo sabendo não ser mais possível, "shipar" o casal Carrison...


