#Quando dá vontade de escrever - Aquele desânimo...





Aquela segunda-feira "braba" e o que você sente? Desânimo. Que coisa chata. Tem dias que acordamos assim, indispostos, cansados da rotina, sem vontade para nada. Olha-se no espelho e não gosta do que vê, o tempo lá fora está feio, tudo está sem graça. Por que isso acontece?

Nessas horas o que mais se precisa é de um abraço, um carinho, uma palavra positiva, a pessoa amada ao lado. Precisamos de motivação.

Aí, zapeando na internet, encontro o texto que transcrevo abaixo:

"Há momentos na vida em que as coisas não saem como queremos. Fracassos afetivos ou financeiros, a falta de perspectivas profissionais ou a saúde que não melhora... Quando o desânimo se instala, sentimo-nos sem forças e tudo parece perder o sentido. A sensação é de que nada mais adianta e a vontade é a de simples­mente desistir.
Mas, ao contrário, devemos lutar para vencer a apatia, buscar a alegria, a autoestima e a paz, ter metas claras e motivação para viver. Devemos focar nossos objetivos espirituais e materiais, a fim de sermos úteis a nós mesmos, à nossa família e à sociedade.
Podemos comparar a vida a uma peça de teatro, na qual cada um representa o seu papel, que pode ser o de ator principal ou de mero coadjuvante. Somos nós que escrevemos a história de nossa vida, dia após dia, quando tomamos nossas decisões e fazemos opções.
Quando sentir que o desânimo ameaça tomar con­ta de você, segure as mãos de Jesus e, numa decisão cheia de fé, lance todas as suas angústias sobre ele, que se preocupa e cuida de você. Não se apavore com as dificuldades, seja maior que seus problemas. Não de­sanime!" (Fonte: www.mensagemespirita.com.br/md/ad/vencendo-o-desanimo)

Então paro e penso: não posso reclamar e não tenho motivos para me sentir assim. A vida é boa e quando esses sentimentos menos bons tentam tomar conta, o que tenho que fazer é pensar em tudo de ótimo que já aconteceu, em quem amo e buscar regalos na rotina.


Beijos e até a próxima!!!

#Resenha - O Homem de Giz - C. J. Tudor

TÍTULO ORIGINAL: The Chalk Man
AUTORA: C. J. Tudor
GÊNERO: Suspense
EDITORA: Intrínseca
ANO DE LANÇAMENTO: 2018
NÚMERO DE PÁGINAS: 272

SINOPSEEm 1986, Eddie e os amigos passam a maior parte dos dias andando de bicicleta pela pacata vizinhança em busca de aventuras. Os desenhos a giz são seu código secreto: homenzinhos rabiscados no asfalto; mensagens que só eles entendem. Mas um desenho misterioso leva o grupo de crianças até um corpo desmembrado e espalhado em um bosque. Depois disso, nada mais é como antes.
Em 2016, Eddie se esforça para superar o passado, até que um dia ele e os amigos de infância recebem um mesmo aviso: o desenho de um homem de giz enforcado. Quando um dos amigos aparece morto, Eddie tem certeza de que precisa descobrir o que de fato aconteceu trinta anos atrás.



Olá pessoal! Vamos de suspense hoje. O Homem de Giz me lembrou um pouco It - A Coisa, visto que se passa com um grupo de quatro crianças, na década de 80, que possuem seus segredos, mas nem de longe pode ser comparado com a obra de King.

A história se passa na cidade de Anderbury e o narrador é Ed Adams, um dos garotos do grupo, que conta sobre os códigos secretos com os quais eles se comunicavam: homens de giz rabiscados no asfalto, que é o que acaba os levando ao bosque onde encontram o corpo mutilado de uma garota.

Temos uma história que é contada alternando duas épocas diferentes, 1986, quando o corpo é encontrado, faltando a cabeça, e 2016, quando essa história volta a tona, assim que os quatro adultos recebem um desenho de uma pessoa em forma de palito, sendo enforcada, e um pedaço de giz dentro do envelope. Como alguns dos personagens esquisitos da trama temos o Sr. Halloran, o novo professor da escola da cidade e o Reverendo Martin, que é pai da única menina do grupo.




Eu achei um suspense psicológico que deixou a desejar. Muitos acontecimentos soltos, que ficaram sem explicação, ou com justificativas um pouco mirabolantes. Também não gostei do fato de a única personagem feminina do grupo ter sido tão pouco significativa e descartada. 

Como já disse em outras resenhas, quando não gosto do livro, fica difícil para mim escrever sobre ele. Normalmente as resenhas ficam bem ruins (o que é o caso desta). Então, não recomendo O Homem de Giz: falaram muito, ofereceu pouco. Não me surpreendi com a história e o final não foi nada demais.

Beijos e até a próxima!!!!

#Resenha - O Homem de São Petesburgo - Ken Follet

TÍTULO ORIGINAL: The Man from St. Petersburg
AUTOR: Ken Follet
GÊNERO: Thriller
EDITORA: Arqueiro
ANO DE LANÇAMENTO: 2016
NÚMERO DE PÁGINAS: 336

SINOPSE: Na iminência da Primeira Guerra Mundial, a Inglaterra precisa garantir o auxílio da Rússia, e o sobrinho do czar Nicolau II está de viagem marcada a Londres para cuidar de negociações navais secretas com lorde Walden, um estrategista respeitado pelo rei que conhece a fundo o território russo.
Mas há outras pessoas interessadas na chegada do príncipe Aleksei: a filha única de Walden, Charlotte, uma jovem obstinada, idealista e com uma consciência social emergente; Basil Thomson, o cabeça do Serviço Especial da Scotland Yard; e, acima de todos, Feliks Kschessinsky, um cruel e destemido anarquista.

Enquanto as negociações secretas avançam, o destino dessas pessoas se torna inevitavelmente enredado. E, ao mesmo tempo que a Europa se prepara para a catástrofe da guerra, a tragédia pessoal de Walden caminha para um ponto irreversível.


Olá pessoal! As leituras estão beeeeem lentas esse ano, realmente 2018 não será um ano de muitos livros lidos. Ando meio desanimada, mas procuro não deixar de ler, nem que sejam poucas páginas por dia. Hoje trago um livro de um dos meus autores favoritos.

Como sempre, Ken Follet fez um thriller cheio de ação e conteúdo histórico, retratando a Inglaterra do início do século XX, à beira do início da Primeira Guerra Mundial. Para garantir apoio da Rússia, a Inglaterra quer assinar um tratado de cooperação, caso a Alemanha decida invadir a França.

Na história temos o Conde Stephen Walden, que mantém relações com a corte inglesa. É casado com Lydia, russa, que é tia de Aleks Orlov, parente do czar. Walden e Orlov são os representantes da Inglaterra e Rússia que irão negociar o tratado elaborado por Wilston Churchill e liberais do Parlamento. Só que ninguém contava com Feliks Kschessinsky (não sei pronunciar isso rsrsrs), um anarquista que passou 20 anos em fuga do exílio na Sibéria e não tinha nada a perder. Feliks quer assassinar Orlov e impedir que o acordo seja estabelecido: não quer que milhões de homens sejam enviados a uma guerra que nem sequer compreendem. Apesar de Feliks ser bastante inteligente, ele não contava que seu passado fosse interferir de maneira tão direta em sua missão.





A história é cheia de ação, e me lembrou muito As Espiãs do Dia D, apesar de ocorrerem em épocas totalmente diferentes. O passado dos personagens dá aquele toque de drama à história e os assuntos como sufragismo, anarquismo e a inocência das jovens do início do século XX tornam o thriller muito mais interessante. O final não é surpreendente, mas foi o melhor que poderia ser.

Recomendo muitíssimo, aliás, todas as obras do autor que li até agora, devem ser lidas. Ainda preciso ler os "bitelões" que são sequências de Pilares da Terra (resenha AQUI), que são Mundo Sem Fim e Coluna de Fogo. Quem sabe nas próximas férias.....

Beijos e até a próxima!!!!!



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