#TAG: Que Tipo de Leitor Você É?

Olá pessoal! Hoje vou responder uma TAG que vi no blog Submersa em Palavras mas que na verdade está disponível no site da TAG Livros.


Eu, lendo perto da meia noite...


Vamos às perguntas:

1) Quando um personagem que você adora morre, o que você faz?

R: Devoro as páginas seguintes. Quero saber o porquê, entender o que aconteceu...

2) Quando acontece uma reviravolta chocante na história que você está lendo, qual a sua reação?

R: Fico atenta. Sempre. Pois alguma outra reviravolta pode acontecer...

3) Você espera que os livros que lê te façam...

R: Sentir. As histórias trazem os mais diferentes sentimentos: raiva, tristeza, emoção, medo, agonia... é muito bom sair da sua realidade e experimentar novas emoções.

4) Agora, queremos saber sua opinião sobre um assunto polêmico: SPOILERS!

R: Saio correndo só de ouvir essa palavra! Tem livro que nem a sinopse eu leio para não estragar a expectativa. Vou pelas indicações ou pelos títulos que me chamam a atenção.

5) O que você faz sempre que entra em uma livraria?

R: Corro para minha seção de livros favorita. Terror, suspense e policial. Depois fica zapeando pelas outras... rsrsrs

6) E por fim, para você, a melhor parte da leitura é a possibilidade de...

R: Sentir emoções diferentes, como já havia dita mais para cima...

O resultado foi: 

Leitor emotivo. Alegria, tristeza, raiva, nervosismo… Esses e outros sentimentos são seus velhos conhecidos sempre que você tem um livro em mãos. Por se envolver tanto com as histórias e com os personagens, os livros são seus melhores amigos!


Para responder essas perguntinhas e descobrir que tipo de leitor você é, basta entrar no site do Clube Tag Livros.

Beijos e até a próxima!!!!

#Edgar Allan Poe: Medo Clássico - Conto - A Carta Roubada

A Carta Roubada - 1845















Olá pessoal! Hoje é domingo e, apesar de não estar fazendo com a frequência que eu gostaria, vou falar sobre mais um conto de Edgar Allan Poe, que faz parte da edição da Darkside maravilhosa e fecha o grupo de contos do detetive C. Auguste Dupin.

A história começa com o sumiço de uma correspondência importante e que tem o poder de abalar os nervos dos mais importantes da realeza. Por isso, um comissário é acionado para descobrir o que aconteceu com a carta e então, descobre-se que um importante ministro foi o meliante e está usando o documento para fazer algum tipo de chantagem ou para ter mais poder.




O comissário decide fazer uma busca minuciosa na casa do ministro mas não encontra o paradeiro da carta. Então, ele decide fazer uma visita a Dupin, para tentar obter alguma ajuda no caso. Dupin não deixa barato, e faz questão de informar o comissário de que os métodos que ele está utilizando para encontrar a correspondência não estão corretos ou são insuficientes. Ah, e toda a resolução desse mistério deveria ser feita sem divulgação pois isso poderia prejudicar a honra da vítima, de quem Dupin era partidário e tinha especial interesse em ajudar.

Não vou contar mais aqui pois senão seria spoiler. Mas o autor deixa uma mensagem com esse conto: às vezes, a resposta está no óbvio e no simples, e que para descobrir o que queremos, em certos casos temos que pensar como nossos adversários.

Beijos e até a próxima!



#Resenha - Bom Dia, Verônica - Andrea Killmore

TÍTULO ORIGINAL: Bom Dia, Verônica
AUTORA: Andrea Killmore (psudônimo)
GÊNERO: Policial
EDITORA: Darkside
ANO DE LANÇAMENTO: 2016
NÚMERO DE PÁGINAS: 256

SINOPSEEm "Bom dia, Verônica", acompanhamos a secretária da polícia Verônica Torres, que, na mesma semana, presencia de forma chocante o suicídio de uma jovem e recebe uma ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Com sua habilidade e sua determinação, ela vê a oportunidade que sempre quis para mostrar sua competência investigativa e decide mergulhar sozinha nos dois casos. No entanto, essas investigações teoricamente simples se tornam verdadeiros redemoinhos e colocam Verônica diante do lado mais sombrio do homem, em que um mundo perverso e irreal precisa ser confrontado. 
Andrea Killmore compõe thrillers como os grandes mestres, e sua experiência de vida confere uma autenticidade que poucas vezes encontramos em suspenses policiais, vibrante e cruel — como a realidade.



Olá pessoal, tudo bem? Hoje trago uma história policial de arrepiar os cabelos, e é nacional! Bom Dia, Verônica já tem seu mistério começando pela autora, que adotou um pseudônimo pois fez parte importante na polícia e precisava preservar seu anonimato. Após trabalhar infiltrada e ilegal em um caso e ter perdas pessoais, ela foi obrigada a deixar a corporação e assumir uma nova identidade.

O livro conta a história de Verônica, secretária de um delegado que na verdade entrou na polícia como escrivã e estava encostada no DHPP graças a seu superior, Wilson Carvana. Entediada com seu trabalho, decide se engajar, por conta própria e sem falar nada com seus superiores, em dois casos bem peculiares que chegaram em suas mãos na delegacia: um suicídio, em que a mulher se jogou do andar do DHPP após se queixar com Carvana de que havia sido enganada por um cara que conheceu pela internet e um telefonema que recebeu de uma mulher dizendo que seu marido torturava e matava mulheres. Só que Verônica não previu a dimensão que os casos tomariam e quais consequências isso traria a ela e aos envolvidos.

Apesar de viver em um mundo nada agradável, pois ser policial, como ela contou no livro, não é nada fácil porque se vê de tudo nessa profissão, Verônica é uma mulher comum, casada, mãe de dois filhos, presa em uma rotina de conciliar casa e trabalho e às vezes querendo mais intensidade em sua vida. Me identifiquei com ela em vários aspectos, até me vi fazendo algumas coisas que ela fazia rsrsrs.




Para dar veracidade à história, no final do livro tem representações de dois recortes do jornal Gazeta da Manhã, com reportagens sobre o caso do serial killer de mulheres. Eu confesso que fiquei com mais medo do que eu já tinha das pessoas. É difícil para mim confiar plenamente em alguém (a não ser na minha família...) e esse livro fez com que eu começasse a desconfiar ainda mais das pessoas. Você pode estar falando com um serial killer todos os dias e nem saber!!! Pode ter um tarado sentado ao seu lado e engatar uma conversa interessantíssima com ele na maior inocência!!!! Eu sei que temos que ter fé no ser humano mas com essa história, ficou difícil rsrsrs. E para piorar, esse caso aconteceu em São Paulo, na Serra da Cantareira.

Eu gostei muito da história, o final é surpreendente e achei a escrita da autora muito fácil de compreender. Se ela continuar com essa carreira, acho bem melhor do que se der continuidade à vocação que ela demonstrou no Epílogo do livro... (só para vocês ficarem bem curiosos... hahaha).

Beijos e até a próxima!!!!
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