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#Resenha 27/2020 - Último Turno - Stephen King

TÍTULO ORIGINAL
: End of Watch
AUTOR: Stephen King
GÊNERO: Suspense policial
EDITORA: Suma de Letras
ANO DE LANÇAMENTO: 2016
NÚMERO DE PÁGINAS: 344

SINOPSE: Brady Hartsfield, o diabólico Assassino do Mercedes, está há cinco anos em estado vegetativo em uma clínica de traumatismo cerebral. Segundo os médicos, qualquer coisa perto de uma recuperação completa é improvável. Mas sob o olhar fixo e a imobilidade, Brady está acordado, e possui agora poderes capazes de criar o caos sem que sequer precise deixar a cama de hospital. O detetive aposentado Bill Hodges agora trabalha em uma agência de investigação com Holly Gibney, a mulher que desferiu o golpe em Brady. Quando os dois são chamados a uma cena de suicídio que tem ligação com o Massacre do Mercedes, logo se veem envolvidos no que pode ser seu caso mais perigoso até então. Brady está de volta e, desta vez, não planeja se vingar apenas de seus inimigos, mas atingir toda uma cidade.
Em Último turno, Stephen King leva a trilogia a uma conclusão sublime e aterrorizante, combinando a narrativa policial de Mr. Mercedes e Achados e perdidos com o suspense sobrenatural que é sua marca registrada.



ESTA RESENHA CONTÉM SPOILERS DOS LIVROS ANTERIORES SEM OS QUAIS ELA FICARIA SEM SENTIDO


Olá pessoal! Finalmente, depois de 19 dias, conclui esse livro. Não, não é porque ele é ruim, muito pelo contrário, mas porque praticamente não tive tempo pra ler nas últimas 3 semanas e ainda estou lendo outro junto (A Prisioneira de Tempo que, em breve, pretendo concluir também).

Antes de começar a escrever sobre o livro, queria fazer um desabafo (ou uma queixa, depende da interpretação de cada um): estou me sentindo abandonada aqui na blogosfera. As visitas estão cada vez mais escassas, cerca de 15 a 20 por dia, e a interação, praticamente nula. Raríssimos são os comentários. As pessoas estão preferindo outras formas de interagir pois são mais rápidas. Mas não desisto daqui, mesmo já não escrevendo com a frequência que eu escrevia antes, pois amo esse cantinho... Bem, vamos ao livro.

King não me decepcionou. Essa trilogia (leiam as outras duas resenhas aqui e aqui) tem a dose certa de suspense, loucura e aquela viajada básica que não pode faltar nos livros do mestre. O terceiro livro veio para fechar com chave de ouro e, acreditem, me tirou lágrimas no final.

#Resenha 26/2020 - Achados e Perdidos - Stephen King

TÍTULO ORIGINAL
: Finders Keepers
AUTOR: Stephen King
GÊNERO: Suspense/Policial
EDITORA: Suma de Letras
ANO DE LANÇAMENTO: 2016
NÚMERO DE PÁGINAS: 352

SINOPSE: “— Acorde, gênio.”
Assim King começa a história de Morris Bellamy. O gênio é John Rothstein, um autor consagrado que há muito abandonou o mundo literário. Bellamy é seu maior fã e seu maior crítico. Inconformado com o fim que o autor deu a seu personagem favorito, ele invade a casa de Rothstein e rouba os cadernos com produções inéditas do escritor, antes de matá-lo. Morris esconde os cadernos pouco antes de ser preso por outro crime. Décadas depois, é Peter Saubers, um garoto de treze anos, quem encontra o tesouro enterrado. Quando Morris é solto da prisão, depois de trinta e cinco anos, toda a família Saubers fica em perigo. Cabe ao ex-detetive Bill Hodges e a seus ajudantes, Holly e Jerome, protegê-los de um assassino agora ainda mais perigoso e vingativo.



Olá pessoal! Seguimos com a série do detetive Bill Rodges e hoje venho com o segundo livro, cujos eventos ocorrem após os acontecimentos de Mr. Mercedes. Assim como no primeiro livro o suspense se mantem porém com o lado detetive deixado um pouco de lado, tanto que Bill somente aparece na história depois da metade do livro, que não narra uma investigação mas sim, fala sobre a importância da literatura e o quanto alguém pode ser influenciado por ela, tornando seus personagens um ideal de vida.

John Rothstein é um escritor que se isolou do mundo após concluir sua trilogia chamada "O Corredor", que conta a história de um jovem rebelde dos anos 60, com o qual Morris Bellamy se identifica muito. Leitor fanático, Morris odeia o final que Rothstein deu para seu personagem e assim, sabendo que o autor tinha cadernos com a continuação da história, que escreveu nesse tempo de isolamento, decide roubá-los e matar o escritor. Depois, enterra esse tesouro (pois também ele roubou mais de vinte mil dólares que estavam no cofre, junto com os cadernos contendo os manuscritos).

Trinta e tantos anos depois, um jovem chamado Peter Saubers encontra o baú contendo o dinheiro e os cadernos, ficando na mira de Morris que, após todos esses anos preso, tem liberdade condicional e deseja, a qualquer custo, reaver seu tesouro. Peter se mete em uma grande confusão, mas é tudo para salvar sua família.

#Resenha 24/2020 - Mr. Mercedes - Stephen King

TÍTULO ORIGINAL
: Mr. Mercedes
AUTOR: Stephen King
GÊNERO: Policial
EDITORA: Suma de Letras
ANO DE LANÇAMENTO: 2016
NÚMERO DE PÁGINAS: 398

SINOPSE: Nas frigidas madrugadas, em uma angustiante cidade do Centro-Oeste, centenas de pessoas desempregadas estão na fila para uma vaga numa feira de empregos. Sem qualquer aviso um motorista solitário irrompe no meio da multidão em um Mercedes roubado, atropelando os inocentes, dando ré e voltando a atropelá-los. Oito pessoas são mortas, quinze feridos.
Em outra parte da cidade, meses mais tarde, um policial aposentado chamado Bill Hodges é ainda assombrado por um crime sem solução. Quando ele recebe uma carta enlouquecida de alguém que se auto-identifica como privilegiado e ameaça um ataque ainda mais diabólico, Hodges acorda de sua deprimente e vaga aposentadoria, empenhado em evitar outra tragédia.
Brady Hartfield vive com sua mãe alcoólatra na casa onde ele nasceu. Ele adorou a sensação de morte sob as rodas da Mercedes, e ele quer aquela corrida de novo. Apenas Bill Hodges, com um par de aliados altamente improváveis, pode prender o assassino antes que ele ataque novamente. E eles não têm tempo a perder, porque na próxima missão de Brady, se for bem sucedido, vai matar ou mutilar milhares.
Mr. Mercedes é uma guerra entre o bem e o mau, do mestre do suspense, cuja visão sobre a mente deste obcecado assassino insano é arrepiante e inesquecível.



Olá pessoal!!! Mais um livro do mestre King lido, e que grata surpresa! O homem é tão fera que, mesmo saindo do seu trivial, se mostrou tão bom quanto para escrever histórias de terror totalmente viajantes. O estilo suspense policial caiu muito bem para ele.

Logo no início, mostra o quão profundo ele consegue ir para criar uma mente doente. Nesta história temos Brady Hartfield, que rouba um Mercedes e invade uma fila imensa de pessoas que estão em busca de um emprego, matando doze pessoas e deixando muitas outras feridas. Em seguida, King nos apresenta Bill Hodges, um detetive aposentado, alguns meses após o massacre no City Center, que leva uma vida não muito interessante, assistindo programas de televisão idiotas e pensando se deve continuar vivo ou não. Mas um dia, o ex-detetive recebe uma carta do assassino do Mercedes, o desafiando a descobrir quem ele é e tentando fazer com que isso deprima ainda mais Hodges. Porém, o efeito é exatamente o contrário: Hodges decide ir atrás do assassino pois se sente culpado por ainda não o ter capturado.

Brady aparentemente é uma pessoa normal: trabalha em dois empregos, como técnico de informática e vendedor de sorvetes, escondendo sua personalidade homicida. Ele tem raiva do mundo e possui um relacionamento incestuoso com a mãe, tendo que lidar com o vício dela em bebida e a perda do irmão mais novo. Brady é realmente um gênio mas tem a vaidade como sua maior fraqueza.

Em seu trabalho "ilícito" investigando o assassino do Mercedes, Hodges tem como parceiro o menino Jerome, que é seu vizinho e o ajuda nas questões de informática. Acaba conhecendo Janelle Patterson, irmã da proprietária do Mercedes, com quem acaba... adivinhem??? rsrsrs, claro, em um envolvimento amoroso. Os três começam uma investigação para descobrir quem é o assassino que, com o desenrolar da história, recebe também a contribuição de Holly Gibney, prima de Janelle.

#Resenha 12/2020 - Mais Escuro que a Meia-Noite - Salvo Sottile

TÍTULO ORIGINAL: Più Scuro di Mezzanotte
AUTOR: Salvo Sottile
GÊNERO: Policial/Suspense
EDITORA: Bertrand Brasil
ANO DE LANÇAMENTO: 2011
NÚMERO DE PÁGINAS: 378

SINOPSE: Em meados de 1980, tem início a "carreira" de Nino Giaconia, homem de honra filiado ao clã emergente dos Corleoneses. Junto com o cunhado Gaspare, que em pouco tempo alcança o posto mais alto da Cúpula, Nino conquista a fama de matador impiedoso e sem escrúpulos, inteiramente dedicado aos interesses da Cosa Nostra. Mas ele tem uma fraqueza: o apego à esposa, Rosa Martinez, pertencente ao grupo derrotado dos Palermitanos.
Bela e angustiada, Rosa se casa com Nino sobretudo para fugir da sufocante tutela paterna. Uma escolha que transforma sua vida num inferno e que, com o passar do tempo, a convence de que embarcou numa viagem sem volta.
Atrás de Gaspare e de Nino, foragidos há mais de 20 anos, estão a inflexível juíza Elvira Salemi e o comissário Matteo Di Giannantonio: embora atormentados por dúvidas e contradições, ambos estão decididos a não esmoecer, custe o que custar. E, para a Cosa Nostra, é chegada a hora de mudar, para que tudo continue como antes...
Um romance apaixonante de sangue, amor e morte, ao qual a pena prudente e afiada de Salvo Sottile, autor do bestseller Maqeda, imprime um ritmo quase cinematográfico, com sequências emocionantes, que se sucedem num crescendo suspense. Uma história de máfia que não cede à retórica nem aos estereótipos do gênero e compõe um quadro vibrante, de rara potência dramática.



Olá pessoal! Vamos com mais uma resenha nessa quarentena que não tem fim. O jeito é mergulharmos no universo paralelo dos livros para tirar um pouco o foco dessa fase braba que estamos passando... Esse livro estava na minha estante desde 2016 e só agora eu tive vontade de pegá-lo (às vezes eu demoro para tomar algumas atitudes rsrsrs). É o primeiro livro desse autor que eu leio e gostei muito!

Mais Escuro que a Meia-Noite conta a história da máfia em tempos mais atuais. Se passa no ano de 2008, envolvendo elementos da história da máfia (que só fiquei sabendo porque pesquisei, pois não conheço nada sobre a máfia). Em um cenário onde a polícia estava cercando as famílias dos mafiosos, a trama se desenrola com chefões e suas famílias, investigadores e Corleoneses x Parlemitanos.

Nino Giaconia é um dos boss da Cosa Nostra em Palermo, na Sicília. Ele é frio, nasceu para matar e não tem sentimentos. Até que um dia conheceu Rosa Martinez, que tinha um pai extremamente controlador, que não a deixava sair de casa. Por isso, na primeira oportunidade que teve, Rosa fugiu com Nino, esperando se livrar do pai e viver uma vida cheia de liberdade. Só que ela estava enganada. Giaconia e seu cunhado, Gaspare, são foragidos a mais de vinte anos e na sua caça estão a juíza Elvira Salemi e o Comissário Matteo Di Giannantonio. Eles são os principais responsáveis por desmanchar a organização mafiosa da Cosa Nostra. E assim, Rosa viveu um inferno em seu casamento com Nino.

#Resenha 11/2020 - Rosas de Maio - Dot Hutchison

TÍTULO ORIGINAL: The Roses of May
AUTORA: Dot Hutchison
GÊNERO: Policial/Suspense
EDITORA: Planeta
ANO DE LANÇAMENTO: 2019
NÚMERO DE PÁGINAS: 304

SINOPSE: Quatro meses se passaram após a descoberta do Jardim e de suas "borboletas": jovens mulheres, sequestradas e mantidas em cativeiro por um homem brutal e obsessivo, conhecido apenas como Jardineiro. O inverno está chegando ao fim, e as Borboletas esperam ansiosamente por dias mais quentes e tranquilos.
Para os agentes Brandon Eddison, Victor Hanoverian e Mercedes Ramirez, no entanto, a calma não parece valer: em outra parte dos Estados Unidos, mais uma jovem surge brutalmente assassinada. Os indícios apontam para a ação de mais um serial-killer psicopata, capaz não apenas de matar a sangue frio, mas também de elaborar a cena a ser descoberta: a jovem é descoberta no altar de uma velha igreja, com a garganta cortada e o corpo rodeado de flores.




Olá pessoal! Finalmente terminei a sequência de O Jardim das Borboletas. Foram nove dias para acabar um livro de 300 páginas... já não sou mais a mesma, aquela que lia um livro fino em, no máximo, três dias. Mas o momento é outro, eu sou outra, e tudo sofre constante mudança, até o nosso tempo de leitura.

Um assassino vem cometendo seus crimes há anos. Seu alvo são meninas jovens, que são mortas dentro de igrejas, com flores ao redor, aparentemente, em toda primavera. Priya é irmã de uma das vítimas e quer justiça. Ela tem o imenso afeto dos detetives Brandon Eddison, Victor Hanoverian e Mercedes Ramirez, que trabalharam no caso das Borboletas.

Priya começa a receber, de tempos em tempos, flores na porta de sua casa, as mesmas usadas pelo assassino em suas vítimas anteriores, na mesma sequência das mortes, e os detetives ficam em alerta: será que ela será a próxima vítima?

#Resenha 10/2020 - O Jardim da Borboletas - Dot Hutchison

TÍTULO ORIGINAL: The Butterfly Garden
AUTORA: Dot Hutchison
GÊNERO: Policial/Suspense
EDITORA: Planeta
ANO DE LANÇAMENTO: 2016
NÚMERO DE PÁGINAS: 304


SINOPSE: Quando a beleza das borboletas encontra os horrores de uma mente doentia. Um thriller arrebatador, fenômeno no mundo inteiro. Perto de uma mansão isolada, existia um maravilhoso jardim. Nele, cresciam flores exuberantes, árvores frondosas... e uma coleção de preciosas “borboletas”: jovens mulheres, sequestradas e mantidas em cativeiro por um homem brutal e obsessivo, conhecido apenas como Jardineiro. Cada uma delas passa a ser identificada pelo nome de uma espécie de borboleta, tendo, então, a pele marcada com um complexo desenho correspondente. Quando o jardim é finalmente descoberto, uma das sobreviventes é levada às autoridades, a fim de prestar seu depoimento. A tarefa de juntar as peças desse complexo quebra-cabeça cabe aos agentes do FBI Victor Hanoverian e Brandon Eddinson, nesse que se tornará o mais chocante e perturbador caso de suas vidas. Mas Maya, a enigmática garota responsável por contar essa história, não parece disposta a esclarecer todos os sórdidos detalhes de sua experiência. Em meio a velhos ressentimentos, novos traumas e o terrível relato sobre um homem obcecado pela beleza, os agentes ficam com a sensação de que ela esconde algum grande segredo.



Olá pessoal! Demorei, mas voltei! Em meio a esse caos que está a vida nesse momento, me estendi demais nesse livro. Só conseguia ler poucas páginas por dia, depois de cuidar da casa, trabalhar em "home office" e ajudar o filho com as lições da escola. Quero minha vida normal de volta!!!!! Mas enfim, até isso tudo acabar, o ritmo de leitura vai diminuir. Não tem jeito.

Esse livro conta uma história sobre mentes doentias, pessoas que conseguem agir de maneira inimaginavelmente bruta, em um clima de normalidade. Garotas jovens são sequestradas para serem transformadas em borboletas e viverem em um cativeiro satisfazendo pessoal e sexualmente o Jardineiro, um homem perturbado a ponto de se misturarem nele diferentes emoções e personalidades. Tudo o que é lido nesse livro é doentio e insano. As ações e comportamentos são completamente loucos.

#Resenha 01/2020 - Ninfeias Negras - Michel Bussi

TÍTULO ORIGINAL: Nymphéas Noirs
AUTOR: Michel Bussi
GÊNERO: Suspense/Policial
EDITORA: Arqueiro
ANO DE LANÇAMENTO: 2017
NÚMERO DE PÁGINAS: 352

SINOPSE: Giverny é uma cidadezinha mundialmente conhecida, que atrai multidões de turistas todos os anos. Afinal, Claude Monet, um dos maiores nomes do Impressionismo, a imortalizou em seus quadros, com seus jardins, a ponte japonesa e as ninfeias no laguinho.
É nesse cenário que um respeitado médico é encontrado morto, e os investigadores encarregados do crime se veem enredados numa trama em que nada é o que parece à primeira vista. Como numa tela impressionista, as pinceladas da narrativa se confundem para, enfim, darem forma a uma história envolvente de morte e mistério em que cada personagem é um enigma à parte - principalmente as protagonistas.
Três mulheres intensas, ligadas pelo mistério. Uma menina prodígio de 11 anos que sonha ser uma grande pintora. A professora da única escola local, que deseja uma paixão verdadeira e vida nova, mas está presa num casamento sem amor. E, no centro de tudo, uma senhora idosa que observa o mundo do alto de sua janela.



Olá pessoal! E então vamos iniciar 2020... que já começou com "causos" rsrs. A história do porquê de eu ter começado a ler esse livro é trágica (oh my God!). Comecei, no final de dezembro/19, a ler A Dança da Morte, de Stephen King, um bitelão de 1247 páginas. Minha pretensão era terminá-lo nesses 30 dias, porém........ uma tragédia aconteceu. Estava eu arrumando as bagagens para ir viajar e, ajudando meu marido a arrumar tudo no porta malas, eu o deixei em cima do carro e adivinhem... esqueci ele lá. Só lembrei disso quando estava muito longe de casa. Daí então, eu tinha as Ninfeias Negras no Kindle do meu celular e, sem a dança para ler, comecei. Foi o primeiro livro do autor que li e que grata surpresa eu tive!

Tudo se passa na pequena cidade de Giverny, nos jardins de Claude Monet. Um assassinato misterioso e brutal acontece e intriga a polícia. Jerôme Morval, um oftalmologista renomado e mulherengo, é encontrado morto e a maneira como ele foi assassinado é perturbadora. O inspetor Laurenç Sérénac é chamado para conduzir a investigação junto com seu assistente, Sylvio Benavides, e eles precisarão estar atentos às pistas encontradas pois nem todas conduzirão ao verdadeiro responsável pelo assassinato de Morval.

#Resenha - Marionete - Daniel Cole

TÍTULO ORIGINAL: Hangman
AUTOR: Daniel Cole
GÊNERO: Policial
EDITORA: Arqueiro
ANO DE LANÇAMENTO: 2019
NÚMERO DE PÁGINAS: 352

SINOPSE: A excelente coadjuvante do livro Boneco de pano, a detetive Emily Baxter, é a protagonista desta continuação em busca de um serial killer.
Muitos meses se passaram, mas a detetive Emily Baxter ainda lida com as cicatrizes do chocante caso Boneco de Pano e com o desaparecimento de seu amigo William Fawkes, o Wolf.
Apesar da relutância em se envolver em outra investigação horrenda, ela é convocada para uma reunião com o FBI e a CIA, onde é surpreendida com fotografias macabras de um corpo retorcido em uma pose familiar, pendurado na ponte do Brooklyn, com a palavra "isca" entalhada no peito.
Logo em seguida, uma nova vítima surge em condições idênticas. Só que, dessa vez, o corpo do assassino também se encontra na cena do crime, com a palavra "marionete" entalhada no tórax.
Quando a pressão da mídia e da opinião pública se intensifica, Baxter recebe a ordem de cruzar o Atlântico e ajudar na investigação. Enquanto as mortes se multiplicam tanto em Nova York quanto em Londres, a força-tarefa se vê impotente e Baxter precisa vencer o medo que a paralisou no último ano para impedir o sacrifício de mais vidas.





Temos aqui a continuação de Boneco de Pano, thriller de estréia de Daniel Cole. Confesso que sou péssima para lembrar com exatidão de todos os livros que leio e este não foi diferente. Ao longo da leitura fui lembrando alguma coisa da história, mas ainda bem que Marionete é uma continuação independente, ou seja, você não precisa lembrar da história anterior para entender essa.

Com o desaparecimento do detetive Willian Fawkes, o Wolf, sua amiga Emily Baxter é que tem que lidar com as consequências do caso Boneco de Pano. Meses se passaram, Baxter ainda tem as feridas abertas daquele caso (físicas e emocionais), mas outro assassinato acontece e ela é convocada para uma reunião entre FBI e CIA. Um corpo é encontrado pendurado na Ponte do Brooklin, com a palavra "ISCA" gravada a faca, no peito. Em seguida, outro corpo é encontrado com a palavra "MARIONETE" entalhada na pele. A princípio parece que esse caso tem relação com o caso Boneco de Pano e por isso Baxter é enviada aos Estados Unidos para se juntar à Detetive Courtis e ao agente especial Rouche (que foi meu crush dessa história rsrsrs).


#Resenha - O Quarto em Chamas - Michael Connelly

TÍTULO ORIGINAL: The Burning Room
AUTOR: Michael Connelly
GÊNERO: Policial
EDITORA: Tag inéditos
ANO DE LANÇAMENTO: 2014
NÚMERO DE PÁGINAS: 400

SINOPSE: Entre os casos não resolvidos da polícia de Los Angeles, não é comum que a vítima morra uma década depois do crime. Então, quando um homem falace em decorrência das complicações de uma bala perdida que o atingiu há dez anos, o detetive Bosch é designado para trabalhar em um caso cujo cadáver é recente, mas as demais provas estão praticamente desaparecidas.
Com sua nova parceira, a jovem detetive Lucia Soto, Bosch precisa resolver um crime complexo, envolto em esquemas políticos. A partir da bala alojada na coluna da vítima, eles deverão desenterrar informações antigas e perigosas, que revelam que talvez o tiroteio não tenha sido tão acidental quanto parecia ser.



Olá pessoal! Depois de um "longo e tenebroso inverno" voltei com uma resenha. Ando meio pra baixo, um pouco sem empolgação pra leitura e tentando resolver alguns conflitos internos então confesso que, por isso e pelos motivos que explicarei mais a frente, essa leitura demorou 14 dias, o que considero muito para um livro de 400 páginas.

Este livro me foi presenteado por uma colega de trabalho e é o décimo sétimo de uma série que envolve o detetive Harry Bosch, e o vigésimo sétimo do autor, que é um super conhecido escritor norte-americano. Eu nunca havia lido nenhum livro dele, e esse não me deixou em êxtase, apesar de ser uma história bem escrita e amarrada.

#Resenha - Bem Atrás de Você - Lisa Gardner

TÍTULO ORIGINAL: Right Behind You
AUTORA: Lisa Gardner
GÊNERO: Suspense policial
EDITORA: Gutenberg
ANO DE LANÇAMENTO: 2018
NÚMERO DE PÁGINAS: 352

SINOPSE: Após uma tragédia que o separou por oito anos de sua irmã mais nova, Sharlah, o jovem Telly ressurge como o principal suspeito de uma onda de assassinatos.
Só uma pessoa é capaz de desenhar o perfil do criminoso: o hábil ex-agente do FBI Pierce Quincy, que é convocado para colaborar no caso. Mas seu envolvimento como pai adotivo de Sharlah pode obscurecer sua linha de raciocínio ou levá-lo para um emaranhado de pistas desconexas, mostrando que o caso pode ir muito além do que parece ser.



Olá pessoal! Esse foi meu primeiro contato com a autora e fiquei espantada por saber que Bem Atrás de Você é o sétimo livro de uma série que tem como protagonistas Quincy e Rainie, aposentados da polícia e consultores em casos policiais.

O casal é convocado para auxiliar no caso de Telly, um adolescente de 17 anos, suspeito de ter cometido quatro assassinatos em um ataque de fúria. Iniciados os trabalhos, eles descobrem que o jovem é irmão de Sharlah, filha adotiva do casal. Os irmãos foram separados no passado, após uma tragédia em sua família e então eles passaram a viver em famílias distintas. Como tudo indica que ela pode ser a próxima vítima, o que era para ser somente um trabalho, começa a ser uma caçada pessoal.

Assim, Quincy e Rainie entram em uma corrida contra o tempo a fim de parar o assassino e manter a filha adotiva em segurança. Além disso, eles acreditam que Sharlah é a única pessoa capaz de parar o irmão.




A trama é muito bem construída, a autora se preocupou em detalhar minuciosamente toda a investigação o que levou a arrastar um pouco a história. Por outro lado, os detalhes ajudaram a não chegarmos a uma conclusão precipitada sobre a conclusão dos assassinatos deixando claro o motivo dos acontecimentos.

Apesar disso, não foi um livro que me deixou extasiada pois não houve surpresas. A explicação já aparece nas últimas trinta páginas, deixando para o final somente a identidade do assassino. Um livro bom, que te prende, mas não surpreende.

Beijos e até a próxima!!!!


#Resenha - O Casamento - Victor Bonini

TÍTULO ORIGINAL: O Casamento
AUTOR: Victor Bonini
GÊNERO: Suspense/Policial
EDITORA: Faro Editorial
ANO DE LANÇAMENTO: 2017
NÚMERO DE PÁGINAS: 368

SINOPSE: Para os noivos é o dia mais importante de suas vidas. Meses atrás, os amigos diriam que o namoro de Plínio e Diana tinha prazo de validade. Eles se conheceram de um jeito bizarro, pensam completamente diferente e nenhuma das famílias aprova o relacionamento. Mas eles resistiram a tudo. E agora vão se casar. Para o detetive é a melhor chance de pegar um criminoso. O mais íntegro dos convidados esconde um segredo devastador. Mas alguém sabe e está disposto a espremê-lo com chantagens. É então que o detetive Conrado Bardelli se hospeda no hotel-fazenda onde ocorrerá o casamento. Ele precisa descobrir o lobo entre as ovelhas. E rápido. Pois, a cada nova ameaça, o chantagista eleva o tom e falta pouco para a bomba explodir. O casal está pronto para o sim. A noiva se prepara para caminhar pelo tapete vermelho. Até que alguém diz: não saia do carro! Enquanto a plateia espera ansiosa em frente ao altar, algo brutal acontece na antessala. Só quando veem as paredes lavadas com sangue é que os convidados se rendem ao desespero. Começa uma confusão para interromper a marcha nupcial e chamar a polícia. Ninguém sabe o que fazer. E Bardelli, que lidava com um caso de extorsão, descobre que se meteu em algo muito pior. Agora, ele é o único capaz de encontrar respostas. O problema é que as mortes não param de acontecer...



Olá pessoal! Lá estou eu voltando com os suspenses/policiais. Não adianta, eu amo o gênero. É o meu favorito. E esse é um nacional para nos encher de orgulho. Victor Bonini escreveu uma bela história que me confundiu toda! rsrsrs

O que seria um feriado memorável para Diana e Plínio e seus convidados se torna um pesadelo. A noiva é orientada a nem sair do carro pois um assassinato havia sido cometido no local da cerimônia!
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O detetive particular Conrado Bardelli (esse nome me lembra uma empresa em que trabalhei, Bardella Indústrias Mecânicas) é amigo da família de Diana e, além de convidado, estava na cerimônia a trabalho: um dos amigos do pai da noiva o havia contratado para investigar a respeito de chantagens que vinha recebendo. Ele acaba se envolvendo até o pescoço nos acontecimentos dessa celebração.





O que era para ser um caso de extorsão se desenrola perigosamente até que Bardelli descobre que o assassinato tinha conexão com o que estava investigando. Nada o levava diretamente ao chantagista assassino mas ele não desistiria até descobrir.

A história é dividida em quatro partes, extensa, mas que flui muito rápido. O autor tem uma escrita fácil de compreender e te prende do início ao fim. E deixou a revelação para as últimas páginas. Eu ia alternando de um suspeito a outro, mas não adivinhei o verdadeiro assassino. No fim das contas nem foi assim tão surpreendente, mas realmente eu não consegui chegar ao nome certo e nem à situação que causou os assassinatos.

Esse foi o primeiro contato que tive com o autor e posso dizer que foi uma grata surpresa. Leria outros livros dele com certeza! Leitura recomendadíssima!

Beijos e até a próxima!!!

#Resenha - A Grande Ilusão - Harlan Coben

TÍTULO ORIGINAL: Fool me Once
AUTOR: Harlan Coben
GÊNERO: Suspense policial
EDITORA: Arqueiro
ANO DE LANÇAMENTO: 2017
NÚMERO DE PÁGINAS: 304

SINOPSE: Maya Stern é uma ex-piloto de operações especiais que voltou recentemente da guerra. Um dia, ela vê uma imagem impensável capturada pela câmera escondida em sua casa: a filha de 2 anos brincando com Joe, seu falecido marido, brutalmente assassinado duas semanas antes. 
Tentando manter a sanidade, Maya começa a investigar, mas todas as descobertas só levantam mais dúvidas. 
Conforme os dias passam, ela percebe que não sabe mais em quem confiar, até que se vê diante da mais importante pergunta: é possível acreditar em tudo o que vemos com os próprios olhos, mesmo quando é algo que desejamos desesperadamente? 
Para encontrar a resposta, Maya precisará lidar com os segredos profundos e as mentiras de seu passado antes de encarar a inacreditável verdade sobre seu marido – e sobre si mesma.


Olá pessoal!!! Fazia algum tempo que eu não lia nada de Coben, por isso decidi pegar asse, que era o mais recente dele que havia comprado. E para variar, não me decepcionou, por isso ele é um dos meus autores favoritos.

O livro conta a história de Maya, uma ex-militar que serviu o exército americano no Oriente Médio e foi dispensada após um erro que resultou na morte de civis e, desgraça pouca, se depara com a dor da morte de seu marido, Joe, apenas após alguns meses da morte de sua irmã.




Duas semanas depois da morte dele, Maya vê, nas imagens de uma câmera escondida dentro da sua casa, seu marido brincando com a filha Lily, em sua sala, e aquilo se torna o gatilho para ela iniciar uma investigação por conta própria, a fim de saber se seu marido ainda estava vivo ou se estavam querendo pregar uma peça nela. Maya convive com com fantasmas da guerra, onde carrega culpa pelo que aconteceu, e tem visões da época em que esteve no Iraque. Seu sofrimento é grande, visto que tem que, com tudo isso, ainda criar a filha de 2 anos.

O autor, como sempre, instiga o leitor a cada capítulo, e vai revelando respostas em doses homeopáticas. Eu me confundi várias vezes e, apesar de achar lógico, não imaginava que o final seria como foi. E é por sempre surpreender, que eu não vou parar de ler Coben nunca rsrsrs

Fica aqui mais uma dica de suspense policial imperdível. Quem nunca leu nada do autor, não sabe o que está perdendo!!!!!

Beijos e até a próxima!!!!

#Edgar Allan Poe: Medo Clássico - Conto - A Carta Roubada

A Carta Roubada - 1845















Olá pessoal! Hoje é domingo e, apesar de não estar fazendo com a frequência que eu gostaria, vou falar sobre mais um conto de Edgar Allan Poe, que faz parte da edição da Darkside maravilhosa e fecha o grupo de contos do detetive C. Auguste Dupin.

A história começa com o sumiço de uma correspondência importante e que tem o poder de abalar os nervos dos mais importantes da realeza. Por isso, um comissário é acionado para descobrir o que aconteceu com a carta e então, descobre-se que um importante ministro foi o meliante e está usando o documento para fazer algum tipo de chantagem ou para ter mais poder.




O comissário decide fazer uma busca minuciosa na casa do ministro mas não encontra o paradeiro da carta. Então, ele decide fazer uma visita a Dupin, para tentar obter alguma ajuda no caso. Dupin não deixa barato, e faz questão de informar o comissário de que os métodos que ele está utilizando para encontrar a correspondência não estão corretos ou são insuficientes. Ah, e toda a resolução desse mistério deveria ser feita sem divulgação pois isso poderia prejudicar a honra da vítima, de quem Dupin era partidário e tinha especial interesse em ajudar.

Não vou contar mais aqui pois senão seria spoiler. Mas o autor deixa uma mensagem com esse conto: às vezes, a resposta está no óbvio e no simples, e que para descobrir o que queremos, em certos casos temos que pensar como nossos adversários.

Beijos e até a próxima!



#Resenha - Bom Dia, Verônica - Andrea Killmore

TÍTULO ORIGINAL: Bom Dia, Verônica
AUTORA: Andrea Killmore (psudônimo)
GÊNERO: Policial
EDITORA: Darkside
ANO DE LANÇAMENTO: 2016
NÚMERO DE PÁGINAS: 256

SINOPSE: Em "Bom dia, Verônica", acompanhamos a secretária da polícia Verônica Torres, que, na mesma semana, presencia de forma chocante o suicídio de uma jovem e recebe uma ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Com sua habilidade e sua determinação, ela vê a oportunidade que sempre quis para mostrar sua competência investigativa e decide mergulhar sozinha nos dois casos. No entanto, essas investigações teoricamente simples se tornam verdadeiros redemoinhos e colocam Verônica diante do lado mais sombrio do homem, em que um mundo perverso e irreal precisa ser confrontado. 
Andrea Killmore compõe thrillers como os grandes mestres, e sua experiência de vida confere uma autenticidade que poucas vezes encontramos em suspenses policiais, vibrante e cruel — como a realidade.



Olá pessoal, tudo bem? Hoje trago uma história policial de arrepiar os cabelos, e é nacional! Bom Dia, Verônica já tem seu mistério começando pela autora, que adotou um pseudônimo pois fez parte importante na polícia e precisava preservar seu anonimato. Após trabalhar infiltrada e ilegal em um caso e ter perdas pessoais, ela foi obrigada a deixar a corporação e assumir uma nova identidade.

O livro conta a história de Verônica, secretária de um delegado que na verdade entrou na polícia como escrivã e estava encostada no DHPP graças a seu superior, Wilson Carvana. Entediada com seu trabalho, decide se engajar, por conta própria e sem falar nada com seus superiores, em dois casos bem peculiares que chegaram em suas mãos na delegacia: um suicídio, em que a mulher se jogou do andar do DHPP após se queixar com Carvana de que havia sido enganada por um cara que conheceu pela internet e um telefonema que recebeu de uma mulher dizendo que seu marido torturava e matava mulheres. Só que Verônica não previu a dimensão que os casos tomariam e quais consequências isso traria a ela e aos envolvidos.

Apesar de viver em um mundo nada agradável, pois ser policial, como ela contou no livro, não é nada fácil porque se vê de tudo nessa profissão, Verônica é uma mulher comum, casada, mãe de dois filhos, presa em uma rotina de conciliar casa e trabalho e às vezes querendo mais intensidade em sua vida. Me identifiquei com ela em vários aspectos, até me vi fazendo algumas coisas que ela fazia rsrsrs.




Para dar veracidade à história, no final do livro tem representações de dois recortes do jornal Gazeta da Manhã, com reportagens sobre o caso do serial killer de mulheres. Eu confesso que fiquei com mais medo do que eu já tinha das pessoas. É difícil para mim confiar plenamente em alguém (a não ser na minha família...) e esse livro fez com que eu começasse a desconfiar ainda mais das pessoas. Você pode estar falando com um serial killer todos os dias e nem saber!!! Pode ter um tarado sentado ao seu lado e engatar uma conversa interessantíssima com ele na maior inocência!!!! Eu sei que temos que ter fé no ser humano mas com essa história, ficou difícil rsrsrs. E para piorar, esse caso aconteceu em São Paulo, na Serra da Cantareira.

Eu gostei muito da história, o final é surpreendente e achei a escrita da autora muito fácil de compreender. Se ela continuar com essa carreira, acho bem melhor do que se der continuidade à vocação que ela demonstrou no Epílogo do livro... (só para vocês ficarem bem curiosos... hahaha).

Beijos e até a próxima!!!!

#Resenha - O Livro dos Espelhos - E. O. Chirovici

TÍTULO ORIGINAL: The Book of Mirrors
AUTOR: E. O Chirovici
GÊNERO: Suspense/Policial
EDITORA: Record
ANO DE LANÇAMENTO: 2017
NÚMERO DE PÁGINAS: 322

SINOPSE: Um suspense de trama perturbadora que bota o leitor num jogo de espelhos. Quando o agente literário Peter Katz recebe um manuscrito parcial intitulado O livro dos espelhos, ele fica intrigado. O autor, Richard Flynn, descreve seus dias em Princeton e documenta sua relação com Joseph Wieder, um renomado psicólogo, pesquisador e professor. Convencido de que o manuscrito completo vai revelar quem assassinou Wieder em sua casa, em 1987 — um crime noticiado em todos os jornais, mas que jamais foi solucionado —, ele vê sua chance de fechar um negócio milionário com uma grande editora. O único inconveniente: Richard está à beira da morte no hospital, inconsciente, e ninguém mais sabe onde está o restante do original. Determinado a ir até o fim neste projeto, Peter contrata um repórter investigativo para desenterrar o caso. Mas o que ele descobre é um jogo de espelhos, uma teia de verdades e mentiras, e uma trama mais complexa e elaborada que a do primeiro lugar na lista de mais vendidos dos livros de ficção.



Olá pessoal! O livro de hoje eu comprei pois as críticas sobre ele eram ótimas portanto eu estava com altas expectativas mas.... não me empolgou muito. É uma história policial bem amarrada, cheia de mistério, mas não é empolgante. Vocês me entendem??

A história começa de uma maneira que pretende amarrar o leitor: um agente literário recebe um manuscrito que parece colaborar com a resolução de um assassinato acontecida 30 anos antes mas o texto não está completo e então... aí começa o mistério todo. A narrativa está dividida em três parte, cada uma contada por um personagem diferente envolvido na tentativa da descoberta do mistério em volta do assassinato de Joseph Wieder.




Cada personagem/suspeito fala de suas lembranças da época do acontecido e, claro, surgem versões diferentes de cada um. Isso faz com que você tente encaixar o passado com o presente de cada suspeito. Talvez esteja aí a correspondência com os espelhos, mas não entendi muito bem o que o título do livro tem a ver com a história (se alguém leu e entendeu, por favor me explique!). Isso foi bem legal, mas a história não transcorre de maneira frenética e acho que por isso que não me senti tão empolgada.

É uma história inteligente e que exige raciocínio do leitor, e só tem o caso solucionado em suas páginas finais. É muito rápido de ler, são poucas páginas e que fluem bem. Fica a dica para quem gosta de suspenses policiais.

Beijos e até a próxima!!!!

#Resenha - A Garota Corvo - Erik Axl Sund

TÍTULO ORIGINAL: Krakflickan, Hungerelden e Pythians Anvisningar
AUTOR: Erik Axl Sund
GÊNERO: Suspense/Policial 
EDITORA: Companhia das Letras
ANO DE LANÇAMENTO: 2017
NÚMERO DE PÁGINAS: 584

SINOPSE:  Tudo começa em um parque da cidade de Estocolmo, onde o corpo de um menino é encontrado. A detetive superintendente Jeanette Kihlberg lidera a investigação, lutando contra um promotor apático e uma força policial burocrática que não quer dedicar recursos para resolver o assassinato de uma criança imigrante. Todavia, com a descoberta dos cadáveres mutilados de mais duas crianças, fica claro que um serial killer está à solta. Kihlberg procura a psicóloga Sofia Zetterlund, uma especialista em recuperar crianças que sofreram violência, e as vidas das duas mulheres se entrelaçam de forma quase instantânea profissional e pessoalmente. À medida que se aproximam da verdade sobre os assassinatos, as duas vão aos poucos perceber que os crimes escondem um mal subterrâneo que parece abraçar toda sociedade sueca. Na veia da série Millenium, A Garota-Corvo é um thriller sombrio e de tirar o fôlego, e uma investigação dos recantos mais sombrios da mente humana.


Olá pessoal! Trago hoje uma dica de leitura com temas pesados, acontecimentos fortes e muita tensão! É um suspense maravilhoso escrito por Jerker Eriksson e Hakan Axlander Sundquist, que usaram o pseudônimo de Erik Axl Sund. A Garota Corvo foi lançado inicialmente como uma trilogia mas a editora decidiu lançar como um calhamaço só, de 584 páginas. Foram 13 dias de leitura. A demora foi causada pela riqueza de detalhes da história, aos quais devemos estar muito atentos pois qualquer desatenção te faz perder o fio da meada.

O início da história te faz pensar que é somente um caso policial, de um serial killer, que mata garotos, os embalsama e retira suas genitálias mas, com o decorrer da narrativa, vemos que se trata de algo muito mais complexo.

Temos duas personagens fortes, Jeanette Kihlberg e Sofia Zetterlund, cujas vidas se cruzam e a empatia entre elas é imediata. O relacionamento pessoal delas é de emocionar. Jeanette é uma policial durona, que sustenta a casa e Sofia uma excelente psicóloga, especialista em jovens com traumas sexuais. É por meio de Sofia que conheceremos personagens dos mais diversos tipos. Você poderá pensar muito mal de Sofia no início (assim como eu pensei) mas, na verdade, ela é uma mulher incrível!!! Me apaixonei por ela! (chega porque já estou dando dicas demais)




É complicado contar um pouco da história pois facilmente eu daria um spoiler. Só digo que o livro é psicologia pura, entramos no mundo do incesto, do abuso sexual infantil, dos traumas da guerra, e vemos a que ponto pode chegar a loucura e a crueldade do ser humano e quais as consequências que um trauma de infância pode acarretar. Eu fiquei bem tensa em muitas passagens do livro.

Recomendo muito esse livro para quem ama suspenses policiais complexos e não tem medo de encarar calhamaços (afinal, ele tem quase 600 páginas). O aspecto ruim da edição é a fonte pequena... eu, que já estou beirando os 40 e não tenho mais a visão tão boa, foi um pouco cruel... rsrs

Parecer que a história vai virar filme (tomara!!!!) e encaro assistir, apesar das passagens muito pesadas da história.

Beijos e até a próxima!!!
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