TÍTULO ORIGINAL: Tuesdays With Morrie
AUTOR: Mitch Albom
EDITORA: Sextante
ANO DE LANÇAMENTO: 1997
NÚMERO DE PÁGINAS: 160

SINOPSECada um de nós teve na juventude uma figura especial que, com paciência, afeto e sabedoria, nos ajudou a escolher caminhos e olhar o mundo por uma perspectiva diferente. Talvez tenha sido um avô, um professor ou um amigo da família – uma pessoa mais velha que nos compreendeu quando éramos jovens, inquietos e inseguros. 
Para Mitch Albom, essa pessoa foi Morrie Schwartz, seu professor na universidade. Vinte anos depois, eles se reencontraram quando o velho mestre estava à beira da morte. Com o contato e a afeição restabelecidos, Mitch passou a visitar Morrie todas as terças-feiras, tentando sorver seus últimos ensinamentos.
Durante quatorze encontros, eles trataram de temas fundamentais para a felicidade e a realização humana. Através das ágeis mãos de Mitch e do bondoso coração de Morrie nasceu este livro, que nos transmite maravilhosas reflexões sobre amor, amizade, medo, perdão e morte. 


Olá pessoal!!!! Esse livro me foi indicado por uma pessoa muito especial na minha vida e quis começar a lê-lo logo, pois sabia que vinha coisa boa por aí. E em nada deixou a desejar. Ele nos faz repensar sobre valores, abrir nossos olhos e enxergar o que realmente é importante.

Mitch era um jovem que tinha o sonho de ser músico mas infelizmente não conseguiu alcançá-lo. Resolveu, então, estudar jornalismo, e se tornou um colunista que escrevia sobre esportes e esportistas famosos. Um dia, passando os canais de TV, algo lhe chamou a atenção: em um programa, estava sendo entrevistado Morrie Schwartz, que havia sido seu professor, e estava sofrendo de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), uma doença degenerativa e fatal que afeta o sistema nervoso.

Mitch decide ir visitar Morrie pois eles tinham um grande laço de amizade (apesar de Mitch não o ter contatado por 16 anos) e, a partir dessa primeira visita, os laços só se fortaleceram e eles começaram a se encontrar todas as terças-feiras, quando eram abordados assuntos sobre emoções, perdão, remorso, família, dinheiro, morte. Todas as conversas eram gravadas por Mitch, até o último momento com Morrie.

Muitas foram as passagens grifadas nesse livro. Algumas foram um tapa na minha cara. Chorei, chorei muito durante a leitura. Transcrevo algumas que considerei mais relevantes:

"Aceitar o que se é capaz de fazer e também o que não se é capaz; Aceitar o passado como passado, sem negá-lo nem descartá-lo; Aprender a perdoar a si mesmo e aos outros; Nunca pense que é tarde para se envolver."

"Pensei nas muitas pessoas que conheço que passam muitas horas úteis do dia lamentando-se da sorte. Como seria bom se pudéssemos estabelecer um limite diário às lamúrias. Só uns poucos minutos de lágrimas e pronto. Enfrentar o dia."

"-Todo mundo sabe que vai morrer - repetiu Morrie -, mas ninguém acredita. Se acreditássemos, mudaríamos nosso comportamento.
-De maneira que nos iludimos a respeito da morte - sugeri.
-Isso. Mas há uma abordagem melhor. Saber que se vai morrer e preparar-se para receber a morte a qualquer momento. Assim é melhor. Assim, podemos ficar mais envolvidos com a vida enquanto vivemos."

“...mas se envelhecer fosse tão valioso, por que as pessoas vivem dizendo, "ah, se eu ainda fosse jovem..."? Nunca ouvimos ninguém dizer, "quem me dera já ter sessenta e cinco!".
Ele sorriu e acrescentou: - Sabe o que significa isso? 
Vidas insatisfeitas. Vidas sem realizações. Vidas que não encontraram um sentido. Quem encontra um sentido para a vida não deseja voltar atrás. Deseja ir em frente. Quer ver mais, fazer mais. Não se pode ficar esperando chegar aos sessenta e cinco.”

“-Não tem sentido ficar curtindo vingança ou teimosia. Dessas coisas- suspirou -, dessas coisas eu me arrependo na vida. Orgulho. Vaidade. Porque fazemos o que fazemos?”

“Não existem fórmulas para relacionamentos. Elas precisam ser negociadas em clima de amor, com espaço para ambas as partes, para o que querem e o que necessitam, para o que podem fazer, levando em conta a vida de cada uma”

"O amor é diferente. O amor existe quando estamos tão preocupados com a situação do outro como estamos com a nossa."

E tem muitos mais. 

Peço somente que leiam. Esse livro é uma grande lição sobre valores que estão cada vez mais sendo perdidos pela nossa sociedade.

Agradeço à pessoa que me indicou essa leitura, que se tornou uma das mais especiais, assim como ela é para mim.

E termino com um dos aforismos de Morrie, que considero o mais abrangente de todos:

"Amem-se uns aos outros ou pereçam."

Beijos e até a próxima!!! 

TÍTULO ORIGINAL: Dreamcatcher
AUTOR: Stephen King
EDITORA: Suma de Letras
ANO DE LANÇAMENTO: 2001
NÚMERO DE PÁGINAS: 656

SINOPSEEm O Apanhador de Sonhos, Stephen King cria uma história sobre a verdadeira amizade e a memória. Num texto assustador e emocionante, conduz seus personagens por uma batalha inigualável com o mundo das trevas.
Eles ainda eram meninos quando viveram uma experiência que os marcaria para sempre, em Derry, a cidade mal-assombrada do Maine. Eram quatro meninos, com seus sonhos e seus medos. Quatro amigos que juntaram suas forças e foram capazes de um grande ato de coragem. A partir dali, tudo mudou, mas eles levariam um bom tempo até se darem conta disso.
O tempo passou. Outros caminhos, outras histórias, mas continuaram amigos. Cúmplices. Todos os anos, onde quer que estejam, interrompem suas vidas para uma temporada de caça nos bosques do Maine. Um momento para recordarem o passado e fortalecerem o sentimento que os une. 
Nesse ano, algo diferente acontece: um forasteiro surge repentinamente no acampamento. Confuso, ele murmura frases desconexas. Assustado, fala de luzes no céu. Sua voz soa em meio ao grupo como uma estranha e aterradora profecia. Logo, os amigos percebem que o homem dizia a verdade e se encontram envolvidos numa luta contra uma poderosa criatura. Para sobreviver, terão de resgatar algo perdido na infância e contar com a ajuda do Apanhador de Sonhos.



Olá pessoal, como estão? Ando bem sumida daqui do blog por dois motivos: 1) ando meio borocochô e sem vontade de escrever; 2) essa última leitura teve uma velocidade bem reduzida pelo motivo anterior e também tem muuuuuuuitas páginas e então, demorou demais. Mas estou aqui e vou tentar passar um pouco dela para vocês.

O Apanhador de Sonhos vem com aquela escrita detalhadíssima de King (e por horas, arrastada) e me trouxe algumas sensações, bem distintas: nojo, medo, amor e emoção, está última bem aflorada devido ao meu estado de espírito atual. Chorei em várias passagens do livro.

A história lembra muito It, A Coisa (há citações dele nessa história, que se passa também em Derry) pois narra a história de quatro amigos de infância: Henry, Jonesy, Beve e Pete, que desenvolvem um dom após um ato de coragem para salvar Duddits, um garoto com síndrome de Down, que se torna o centro do universo para esses meninos. O amor que os une é tão intenso, que é capaz de salvar as suas vidas pois desenvolveram uma ligação muito forte entre eles, mental e física.







Sou daquelas que tem como um refúgio, escrever. Não escrevo nada bem, muito pelo contrário, minhas palavras sempre são confusas mas, quando não tenho com quem desabafar, escrever me alivia um pouco.

Ontem não terminei bem o dia, acabei tendo um desentendimento e hoje estou triste. Tem dias que, apesar de exporem o mais belo sol e céu azul, parecem cinzas.

E o que fazer quando nos sentimos assim? Tentar buscar coisas que nos façam sair desse estado. OK. Até fui buscar, e resultou em quê? Em nada. Tentei conversar com alguém que achava que fosse dar uma levantada no meu astral, mas a resposta que tive foi o silêncio. Aliás, o que mais tenho tido ultimamente como resposta de muitas pessoas é o silêncio.

Tento trabalhar mas não consigo me concentrar. Queria resolver o problema mas ainda estou muito magoada e qualquer coisa que eu diga ou faça neste momento, pode piorar a situação.

Tenho notado que, de uns tempo pra cá, ando mais baixo astral, sem vontade de fazer nada, e colocando a perspectiva de melhora desse estado em terceiros. E isso está acabando comigo e com a convivência com as pessoas que eu amo.

Preciso mudar o foco da minha vida e voltar a ser quem eu era, voltar a ter mais amor próprio (ainda não o perdi totalmente, graças a Deus), e parar de achar que coisas que me traziam um estado de êxtase a tempos atrás, vão continuar me trazendo pois já está mais do que provado que não. Ao invés disso, tentar tirar proveito do que ainda me faz feliz. E assim voltarei a ver sol e céu azul quando eles estão aí para me saudar e dizer que a vida é bela e tem que ser vivida o mais plenamente possível.