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William P. Young

25.12.15


 Uma leitura bem mais recente, "A Cabana" de Willian P. Young. Li em 4 dias (o que pra mim é rapidíssimo, visto que trabalho o dia todo, cuido da casa, do filho, do marido....). Foi daqueles livros que, no início, achei um pouco massante e viajante mas, com o passar da história, ela foi me prendendo e eu queria saber logo o seu fechamento.

SINOPSE: A filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada durante as férias em famí­lia e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar aquela cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta a cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre. Num mundo em que religião parece tornar-se irrelevante, "A Cabana" invoca a pergunta: "Se Deus é tão poderoso e tão cheio de amor, por que não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo?" As respostas encontradas por Mack surpreenderão você e, provavelmente, o transformarão tanto quanto ele.

Me emocionei muito, chorei mesmo, até quando estava lendo em lugares públicos. Difícil segurar.

No prefácio, o autor escreve: "Se você odiar esta história, desculpe, ela não foi escrita para você." Quando terminei o livro, percebi que a história foi feita para mim sim, porque eu fiquei completamente extasiada, uns minutos refletindo sobre seu fechamento. 

Mackenzie é um homem religioso mas tem aquela velha questão em mente: "se Deus é bom, porque Ele permite tanto sofrimento?" Ele não se conforma com o desaparecimento da filha mais nova, Missy. Um dia ele recebe um estranho bilhete anônimo, e decide ir ao encontro de seu autor, para ver o que estava reservado para ele e descobre que quem o está esperando é Deus. No desenrolar da história, Ele passa vários ensinamentos a Mack, que o vão transformando à medida que são passados. A história aborda o tema "Deus", mas eu não o enxerguei como religioso, e sim como espiritualista pois nela "Ele" não defende nenhuma bandeira religiosa.

Li vários comentários de pessoas que abandonaram a leitura. Não foi o meu caso. Fica a dica de uma obra de ficção (total) mas com uma abrangência linda sobre o amor.

Logo em seguida, li o outro livro do autor, "A Travessia", na mesma linha de "A Cabana", mas que não me surpreendeu tanto, talvez por até já ter acostumado com seu estilo "viajante".


SINOPSE: Um derrame cerebral deixa Anthony Spencer, um multimilionário egocêntrico, em coma. Quando “acorda”, ele se vê em um mundo surreal habitado por um estranho, que descobre ser Jesus, e por uma idosa que é o Espírito Santo. À sua frente se descortina uma paisagem que lhe revela toda a mágoa e a tristeza de sua vida terrena. Jamais poderia ter imaginado tamanho horror. Debatendo-se contra um sofrimento emocional insuportável, ele implora por uma segunda chance.


Sua prece é ouvida e ele é enviado de volta à Terra, onde viverá uma experiência de profunda comunhão com uma série de pessoas e terá a oportunidade de reexaminar a própria vida. Nessa jornada, precisará “enxergar” através dos olhos dos outros e conhecer suas visões de mundo, suas esperanças, seus medos e seus desafios.


Na busca de redenção, Tony deverá usar um poder que lhe foi concedido: o de curar uma pessoa. Será que ele terá coragem de fazer a escolha certa?

Tony era um homem egocêntrico e materialista. Um derrame cerebral o deixa em coma e nesse estágio ele conhece pessoas que dizem ser Jesus e o Espirito Santo. Em toda a jornada, eles passam ensinamentos que o fazem rever seus conceitos de vida.

Também não o considero um livro religioso, mas sim que passa uma mensagem de amor ao próximo.

É uma excelente leitura, que passa mensagens de vida, em alguns momentos, até com certo humor.

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