AUTOR: Stephen King
GÊNERO: Suspense policial
EDITORA: Suma de Letras
ANO DE LANÇAMENTO: 2016
NÚMERO DE PÁGINAS: 344
SINOPSE: Brady Hartsfield, o diabólico Assassino do Mercedes, está há cinco anos em estado vegetativo em uma clínica de traumatismo cerebral. Segundo os médicos, qualquer coisa perto de uma recuperação completa é improvável. Mas sob o olhar fixo e a imobilidade, Brady está acordado, e possui agora poderes capazes de criar o caos sem que sequer precise deixar a cama de hospital. O detetive aposentado Bill Hodges agora trabalha em uma agência de investigação com Holly Gibney, a mulher que desferiu o golpe em Brady. Quando os dois são chamados a uma cena de suicídio que tem ligação com o Massacre do Mercedes, logo se veem envolvidos no que pode ser seu caso mais perigoso até então. Brady está de volta e, desta vez, não planeja se vingar apenas de seus inimigos, mas atingir toda uma cidade.
Em Último turno, Stephen King leva a trilogia a uma conclusão sublime e aterrorizante, combinando a narrativa policial de Mr. Mercedes e Achados e perdidos com o suspense sobrenatural que é sua marca registrada.ESTA RESENHA CONTÉM SPOILERS DOS LIVROS ANTERIORES SEM OS QUAIS ELA FICARIA SEM SENTIDO
Olá pessoal! Finalmente, depois de 19 dias, conclui esse livro. Não, não é porque ele é ruim, muito pelo contrário, mas porque praticamente não tive tempo pra ler nas últimas 3 semanas e ainda estou lendo outro junto (A Prisioneira de Tempo que, em breve, pretendo concluir também).
Antes de começar a escrever sobre o livro, queria fazer um desabafo (ou uma queixa, depende da interpretação de cada um): estou me sentindo abandonada aqui na blogosfera. As visitas estão cada vez mais escassas, cerca de 15 a 20 por dia, e a interação, praticamente nula. Raríssimos são os comentários. As pessoas estão preferindo outras formas de interagir pois são mais rápidas. Mas não desisto daqui, mesmo já não escrevendo com a frequência que eu escrevia antes, pois amo esse cantinho... Bem, vamos ao livro.
King não me decepcionou. Essa trilogia (leiam as outras duas resenhas aqui e aqui) tem a dose certa de suspense, loucura e aquela viajada básica que não pode faltar nos livros do mestre. O terceiro livro veio para fechar com chave de ouro e, acreditem, me tirou lágrimas no final.






















